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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Miike Snow e Lykke Li juntos em Black Tin Box


Pelo visto esse disco novo dos suecos do Miike Snow vai ser mesmo um dos melhores do ano, é isso? Depois de um vídeo esquisito para uma música ótima (veja aqui) e um primeiro single feito para dançar (ouça aqui), o trio divulgou no SoundCloud mais uma inédita.

Black Tin Box, apesar de ter batidas fortes, tem um clima sombrio bem pesado. E parte desse clima é empréstimo da conterrânea Lykke Li, que faz uma participação bem interessante. Para quem estava com medo de que Happy To You fosse pesar a mão em um lado "menos indie", parece que não vai ser bem assim... Dá uma ouvida:

Miike Snow - Black Tin Box (feat. Lykke Li)


E agora? Vocês acham que o Happy To You vai conseguir superar o álbum debut da banda?



#Frikadica

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

10 Melhores álbuns de 2011

Na minha memória, esse ano foi mais de EPs e singles do que álbuns propriamente ditos - Florence que o diga. Talvez por isso haja alguns debuts nessa lista e alguns artistas que eu descobri durante o ano.

Só lembrando, não há ordem de preferência, é apenas uma lista dos favoritos.



Oh Land - Oh Land
O álbum de estreia internacional da dinamarquesa não poderia ter sido melhor. Redondo, agradável, sem exageros, com letras, melodias e vocais lindos. Perfection, Break The Chain e Wolf & I são das músicas mais emocionantes do ano, para mim.





Lykke Li - Wounded Rhymes
Esse foi para o hall dos meus discos preferidos of all times. Lykke Li conseguiu se sair ainda melhor (e bem melhor) do que no primeiro álbum. O nome é a síntese de todo o trabalho: magoado e poético. Pra ouvir sem ninguém por perto.





Ladytron - Gravity The Seducer
Depois de um Best Of (2011) duplo, o quarteto lançou também nesse ano o inédito Gravity The Seducer, que trouxe uma nova cara ao som que costumava fazer sucesso nos dancefloors. O new wave ficou mais denso e lo-fi e me agradou. O show que fizeram no Cine Jóia (São Paulo), mesmo assim, lembrou que eles sabem fazer as pessoas dançarem e cantarem junto.





Kimbra - Vows
Ela começou a fazer sucesso emprestando sua voz a música de outros produtores (Miami Horror, por exemplo), mas com o lançamento desse disco, a neozelandesa fez bonito e agradou os ouvidos indies por aí. O som mistura jazz, soul, pop e lembra bastante a francesa Camille. Pra assoviar no caminho pro trabalho.





Dillon - This Silence Kills
Para a maioria de nós, a moça é um daqueles fenômenos que brotam "do nada", simplesmente pelo talento inquestionável. A alemã - nascida no Brasil, como bem lembrou um leitor anônimo em outro post - é mais uma artista debutante quando o assunto é álbum, e mais uma que já chegou por cima. This Silence Kills vai da delicadeza à frieza em poucas faixas, com produção impecável. Tem um quê de Lykke Li na voz infantil, o que é um grande elogio.





Planningtorock - W
Ela não é novata, mas confesso que só prestei atenção depois da sua colaboração no álbum de ópera Tomorrow, In A Year, do duo The Knife. E ainda bem que pesquisei, o segundo disco é uma ótima dica para quem curte a dupla sueca - e para qualquer um que curta um indie/electro bem produzido. O vocal grotesco é viciante, as batidas também.





Björk - Biophilia
Bom, esse é o projeto que eu mais falei durante o ano. Disco, apps para iOS, invenção de instrumentos, turnê de 2 anos com residências em apenas 8 cidades, workshops de música, iPads que o público pode utilizar para interagir com os instrumentos durante os shows... E ao contrário do que várias pessoas comentaram, não achei as músicas fracas no meio disso tudo. A islandesa não perdeu fôlego algum e continua fazendo melodias e letras inspiradas e inspiradoras.





Yelle - Safari Disco Club
Fun fun fun fun - parece ser o lema do trio francês. Ainda bem, porque eles fazem isso desde o primeiro disco e continuam se dando bem nesse segundo. Para falar a verdade, eu prefiro o SDC ao Pop Up (2007). O único ponto ruim é que tivemos que esperar 4 anos para ouvi-lo, tomara que não demore tanto para um terceiro.





Feist - Metals
Esse é um álbum que não entendi o porquê de ter feito tão pouco barulho. Ser o sucessor de um disco tão impressionante quanto The Reminder (2008) não seria nada fácil, mas com uma pegada um pouco menos vocal e um pouco mais instrumental, Metals conseguiu ser quase tão bom quanto. Mas as letras magoadas e o vocal estridente continuam sendo motivos de suspiro para quem é fã.





The Opiates - Hollywood Under The Knife
Deixei por último porque esse é um projeto que estou há meses tentando postar no blog e ainda não consegui escrever um post decente sobre eles. Para resumir, é um duo eletrônico alemão que conta com a voz de Billie Ray Martin, uma das minhas vocalistas preferidas. Já tive o prazer de entrevistá-la, vale a pena dar uma lida. Esse é o álbum de estréia do projeto, que tem sido coerentemente comparado a Kraftwerk e Carpenters (!!!).




Para não dizer que fui injusto, o 21 da Adele está nessa lista, mas como muitos tem reclamado que só se fala nela ultimamente, achei mais apropriado fazer apenas uma menção honrosa para a nova musa do pop/soul e deixar espaço para outros projetos. :)



#Frikadica

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

10 melhores clipes de 2011

Chegou aquele momento gostoso - e trabalhoso - de lembrar tudo que aconteceu no ano e selecionar as coisas mais legais. E vou começar com uma retrospectiva das que deu mais trabalho: os melhores clipes. Confesso que não achei 2011 um ano excepcional para vídeos, mas foi só dar uma escavada mais dedicada para lembrar que teve bastante coisa boa.

Só lembrando que eles não estão em nenhuma espécie de ranking, é apenas uma seleção dos 10 mais queridos (pra mim) e os motivos pelos quais estão aqui:


Lykke Li - Sadness Is A Blessing


Porque é raro um clipe me fazer ficar com os olhos cheios d'água, mas a Lykke Li, o Tarik Saleh e o Stellan Skarsgård conseguiram. Depressão, histeria, desespero. OUCH.


Is Tropical - The Greeks


Ok, eles não foram os primeiros a fazer clipe com crianças macabrinhas e violentas, mas o clipe é fofo/freaky suficiente pra entrar na lista! Sem contar a música, que é ótima.


Florence + The Machine - Shake It Out


Tia Florence me decepcionou com o Ceremonials, que apesar de ter faixas lindas, me pareceu um trabalho solto e feito às pressas. Shake It Out é uma das minhas preferidas do disco, e o clipe completa muito bem a voz e as letras fantasmagóricas da ruiva.


Yelle - Safari Disco Club / Que Veux-Tu


Um dos discos mais subestimados do ano, na minha opinião. Pouco ouvi falar, parece que as pessoas não se empolgaram. Para mim foi o contrário, gostei mais desse disco do que do Pop Up (2007). Esse vídeo duplo trouxe de volta a fofice plástica desse projeto francês que conseguiu se renovar muito bem.


Lana Del Rey - Video Games


~Momento controverso~. Lana Del Rey tem alguns problemas - não necessariamente próprios. Uma base de fãs que brotaram em 10 segundos e defendem a cantora como se não houvesse amanhã, uma polêmica (desnecessária) sobre a produção e ascensão da carreira e um talento de que muitos desconfiam. Eu ainda tô meio em cima do muro, mas essa música e esse vídeo são nostálgicos e bonitos demais para deixar passar.

iamamiwhoami - ; john


Só eu adoro ver a saga do homem de cueca branca e a Jonna Lee fazendo esquisitices com papel higiênico, isopor e folhas laminadas?


Katy Perry - Last Friday Night (T.G.I.F.)


Cara, tem o KENNY G nesse clipe. Sem mais.


Björk - Crystalline


Claro que a duende entraria na lista. Vi muita gente decepcionada com o Biophilia, achando as músicas fracas demais por ela ter dado tanta atenção aos aplicativos e outras coisas do projeto. Mas a dupla Björk + Michel Gondry sempre dá certo, nem que seja para ver algumas gravuras estranhas e uma dança pitoresca. <3


CSS - City Grrrrl


Minha opinião é de que já passou a melhor época do CSS. Já foram a bandinha indie e debochada da Augusta, já foram o projeto eletrônico mais hype dos festivais internacionais... E agora? Pelo menos tem esse clipe bem bonitinho e bem editado que é quase uma retrospectiva da vida da Lovefoxxx. Me deu saudadezinha de 2004.


Justice - Civilization


Um clipe de 2011 sobre 2012. A música é ótima, eles só podiam ter deixado os efeitos sonoros um pouco mais baixos pra gente poder ouvir melhor, né?



Deixei algum de fora? Deixa aí nos comentários! :)


#Frikadica

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Lykke Li - Sadness Is A Blessing (video)

Lykke Li estréia mais um clipe do maravilhoso Wounded Rhymes - um dos meus álbuns preferidos desse ano, até agora.

Sadness Is A Blessing é das mais tristes do disco, e ganhou um clipe tão deprê quanto - ou mais. Maníaco-depressivo, "dançante" e ainda tem participação do ator Stellan Skarsgård. Cuidado, que é mágoa:



Sadness Is A Blessing foi dirigido por Tarik Saleh, mesmo diretor do maravilhoso I Follow Rivers (assista aqui).



#Frikadica

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tesourinho #38 - Friendly Fires toca Lykke Li


Dia de #tesourinho no Frikadica!

A faixa escolhida pra hoje é um cover feito pelos ingleses do Friendly Fires para I'm Good I'm Gone, da sueca Lykke Li.

Do indie pop sombrio, a música foi transformada no que poderia facilmente ser trilha para dancefloors. E por que não?

Friendly Fires - I'm Good I'm Gone (Lykke Li Cover)

Aliás, quem está esperando por um bom dancefloor, esse mês tem outra edição da #FRIKS, dessa vez na Funhouse! ;)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Lykke Li - I Follow Rivers (sessão acústica)

Lykke Li se apresentou há alguns dias para o site The Line Of Best Fit para divulgar o novo álbum, Wounded Rhymes.

I Follow Rivers foi cantada em versão acústica, acompanhada de violão e percussão, numa lojinha pequena e cheia de bizarrices, chamada Viktor Wynd's Little Shop Of Horrors. O som e a locação combinaram perfeitamente com o clima sombrio dos novos trabalhos da cantora.


Essa é a primeira apresentação ao vivo de Lykke Li nesse ano.

#Frikadica

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Lykke Li - The Only (b-side)


Wounded Rhymes, novo álbum da sueca Lykke Li ganhou uma faixa bônus que virá numa edição do lançamento feita para colecionadores.

E se essa versão fosse vendida por aqui, valeria a pena procurá-la, porque The Only é ótima, e faz parte das poucas faixas animadas de WR.

Lykke Li - The Only

Wounded Rhymes será lançado na Suécia dia 2 de Março pelo selo LL Recordings.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lykke Li - I Follow Rivers (video + Dave Sitek Remix)


A sueca Lykke Li está investindo bastante para divulgar seu próximo álbum, Wounded Rhymes. Desde o lançamento de seu álbum de estreia, Youth Novels (2008), a cantora fez uma música para a trilha de Twilight: New Moon chamada Possibility e pouco depois começou a divulgação de seu novo trabalho.

Get Some foi o primeiro single do próximo álbum (veja o clipe aqui), e agora é a vez de I Follow Rivers, que ganhou um clipe bem sombrio dirigido pelo egípcio/sueco Tarik Saleh.


A faixa já tem até um remix assinado por Dave Sitek, que já remixou Beck e Nine Inch Nails, além de já ter trabalhado com Yeah Yeah Yeahs e Foals. E ainda é o responsável pelo projeto Maximum Balloon (veja aqui).


Lykke Li - I Follow Rivers (Dave Sitek Remix)

Wounded Rhymes será lançado em 2 de Março pelo selo da própria Lykke Li, LL Recordings.


#Frikadica

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Lykke Li - Get Some (video)


Estreou nesse feriado prolongado o novo video da sueca Lykke Li. Conhecida por seu pop indie nada óbvio, dessa vez ela mudou um pouco a abordagem.

Get Some é um single avulso lançado nesse mês pela cantora e ganhou um video dirigido pelo também sueco Johan Söderberg, que já trabalhou com Madonna na época de sua Confessions Tour (2006). No novo clipe, Li é uma feiticeira, preparando um feitiço para acabar com a vida sexual de alguém. Nada grita "sou sueca" mais do que a combinação "leventemente sensual e sombria".



O single de Get Some também conta com outra faixa inédita de Lykke Li, Paris Blue e deve entrar na tracklist de seu próximo álbum, que ainda não tem data para lançamento.


#Frikadica

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lykke Li de novo single: Get Some


Uma das últimas boas novidades de 2008 foi a sueca Lykke Li, com o indie/eletrônico/folk/pop do álbum Youth Novel. O som quase indescrítivel se tornou um tesourinho dos indies e rendeu a ela participações nos álbuns de Kleerup, Röyksopp, N.A.S.A., Amanda Blank e na trilha sonora de Eclipse: Lua Nova.

Depois de dois anos sem divulgar nada inédito por conta própria, Li lança o single Get Some. Além da faixa título que é bem animada, há a faixa Paris Blue, que como o nome indica, é bem melancólica.

Ouça as faixas novas:

Lykke Li - Get Some

Lykke Li - Paris Blue


A cantora disse em sua página do MySpace que um segundo álbum está sendo feito, mas que ainda deve demorar algum tempo até que esteja pronto. O jeito é aproveitar esse single até lá.


#Frikadica
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