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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

10 camisetas de banda - sem clichês!

Para ler ouvindo:


The Pierces - Boy In A Rock And Roll Band

Camiseta do Nirvana, Iron Maiden, AC/DC, Sex Pistols... As t-shirts clássicas do rock já deixaram se ser sinônimo de apreciação pelas bandas há muito tempo. Viraram ícones da moda também, perdendo a idéia original de declarar admiração por esse ou aquele artista.

Mas nada que não possa ser mudado, e uma das melhores soluções para retomar o símbolo das camisetas de bandas é procurando modelos diferentes, de artistas - novos ou antigos - representados de formas diferentes. E se possível, comprando t-shirts de artistas que você realmente admira, para não passar aquela vergonha de alguém puxar papo e você não saber nem quem é.

Separei 10 modelos bem legais de bandas, estilos e artistas variados, todos de lojas nacionais:


Clássicos do Rock

1. Camiseta do Elvis imitando cartaz antigo. R$39 na Banca de Camisetas.
2. Camiseta com estampa chapada de Keith Richards. R$49 na Garagem Korova.


Glam Rock

3. Camiseta com estampa manual de David Bowie da Needles & Pins. Preço sob consulta.
4. Camiseta Cookiss, R$45 na Camiseteria.


80's

5. Camiseta com estampa de The B-52s. R$28 na Ideal Shop (por encomenda).
6. Camiseta com estampa detalhada da Madonna - Like a Virgin. R$60 na El Cabriton.


Indie

7. Camiseta com estampa de Belle & Sebastian. R$38 na Conto do Vigário.
8. Camiseta da Grace Jones - Island Life. R$54 na Nonsense.


Electro

9. Camiseta com estampa Crystal Castles (Sean, Madonna & Me). R$45 na Sound & Vision.
10. Camiseta com estampa The Knife. R$14,90 (promoção) na Reverbcity.


Lembrando que todas as lojas citadas nesse post vendem seus produtos pela internet, e os modelos citados podem ou não estar disponíveis, de acordo com o estoque de cada uma.

Alguém tem sugestões de modelos legais de camisetas de músicos? Deixem seus comentários!


#Frikadica

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Tesourinho #7 - Love Is The Drug


O #Tesourinho dessa semana é triplo. Isso porque se trata de uma faixa só com três versões bem diferentes.

Love Is The Drug é uma música da lendária banda Roxy Music. A melodia foi escrita pelo fundador e saxofonista da banda Andy Mackay para ser apenas uma música instrumental, mas o vocalista e compositor do Roxy Music Bryan Ferry fez questão de escrever uma letra para encaixar.

Ela apareceu pela primeira vez como um dos singles do álbum Siren (1975) e foi responsável por grande sucesso na Inglaterra, terra da banda, mas principalmente por levar pela primeira vez o som deles aos EUA. Ela é um marco do rock, e está na "The Rock and Roll Hall of Fame's 500 Songs that Shaped Rock and Roll" (500 músicas que moldaram o rock and roll). A versão original:

Roxy Music - Love Is The Drug

Cinco anos depois a magnânima Grace Jones lançou seu álbum Warm Leatherette, que vinha com um cover da mesma música. Com uma roupagem moderna para a época, Jones transformou a faixa de 4 minutos em um new wave semi-psicodélico com 8 minutos de duração. Menos rock e mais soul, ela deu uma sensualidade mais contida e gostosa:

Grace Jones - Love Is The Drug

A última e mais dançante versão da música ficou por conta de Kylie Minogue. Tão inusitado quanto a idéia, a versão gravada pela princesa australiana do Pop é uma releitura muito bem feita. O cover foi produzido para uma coletânea dupla da BBC Radio 1 em comemoração aos 40 anos da estação de rádio mais famosa da Inglaterra, lançada em 2007. 40 artistas atuais regravaram os 40 maiores hits de cada ano. Se ao mesmo tempo a música foi mantida com o charme disco/new-wave/glam rock de 1970/80, um ritmo mais firme e pop foi introduzido para transformá-la numa música excelente para as pistas de dança:

Kylie Minogue - Love Is The Drug

Mais uma curiosidade sobre a faixa: no documentário 101, da banda Depeche Mode, o vocalista Dave Gahan aparece cantando Love Is The Drug enquanto brinca com uma máquina de pinball.

#Frikadica

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Grace Jones de single novo


Grace Jones é daquelas mulheres que todos deviam pagar pau. Eu pago. Por quê? Porque ela faz bem TUDO o que faz.

Imagina você, mulher negra, imigrante da Jamaica, modelo, solteiraça, tentando fazer sucesso nos EUA. Impossível, né? Mas ela conseguiu. Já tinha estudado teatro quando começou a fazer sucesso em Nova York e Paris pela sua beleza "exótica". O termo é sempre usado praquelas que não são loiras de olhos azuis e vestem roupinhas comuns.

Primeira modelo negra a fazer sucesso internacional, Grace Jones bocejava e imaginava que deveria haver coisas muito mais divertidas a se fazer do que servir de cabide humano e posar pra capa de revista. "O que fazer? Já sei, vou cantar!" Hoje essa idéia é comum e muitas vezes acaba em desastre (vide Naomi Campbell), mas na época era um tanto quanto inédita e absurda. Mas foi o que ela fez, e se deu muito bem. Na década de 1970, ela lançou 3 álbuns que fizeram muito sucesso nas baladas e, obviamente, entre as colegas gays.

O grande destaque da época foi seu cover de "La Vie En Rose", de Piaf:



Ela virou uma das musas do Andy Warhol e habituée do Studio 54. Party girl 24h por dia, Grace Jones nunca viu o fundo do poço. A década de 80 foi uma continuação do sucesso pra ela, com álbuns muito bem recebidos como "Warm Leatherette" e "Night Clubbing". Dos covers, Jones começava a criar seus estilo também fora das passarelas, com algo que misturava o New Wave (novidade da década) e o electro que só surgiria muitos anos depois.

Entre covers de Sting, The Normal, Pretenders, Ástor Piazzolla, e Roxy Music, a faixa "Nightclubbing" (originalmente na voz de David Bowie) foi uma das mais aclamadas. Veja a apresentação de Jones cantando  Bowie no Fashion Rocks 2003:



Ela continua seguindo como cantora, modelo e atriz, e é sinônimo de carão pra todo mundo que entende de moda e pra maioria que entende de pop underground. Isso porque mesmo com todo o sucesso e a exposição Grace Jones continua sendo uma artista fora do mainstream, considerada ainda como subversiva e referência visual pra muita GaGa por aí.

E por falar em GaGa, esses dias ela convidou Jones pra gravar um dueto e sabe o que ela recebeu como resposta? "Não."
Mas por que, Grace?
"Porque eu prefiro trabalhar com alguém que seja original e alguém que não esteja me copiando".
(Leia a notícia aqui.)

Depois de uma pausa de nove anos na carreira de cantora, ela lançou em 2008 o álbum "Hurricane", com o qual voltou a fazer os fãs dançarem e cantar engrossando a voz. Veja o clipe de "William's Blood":



Esse semana, Grace Jones, aos 62 anos, lançou seu novo single "Love You To Life", ainda retirado do álbum "Hurricane". A melhor versão é o remix de Pitron & Sanna. Ouça aqui:

Grace Jones - Love You To Life (Pitron & Sanna Remix) by brunofrika

O fôlego dessa mulher não acaba, então é muito provável que em breve ela volte com alguma novidade musical ou da moda. É só esperar, assim que sair ela aparece aqui no Frikadica de novo!

#Frikadica
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